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A relação do Homem com seus pés

Posted by Atila Pf on 20:11 in ,
Meu ritual matinal pós-sono é como o de todos - levanto e sigo diretamente para a mesa para tomar meu café. Ligo o notebook para acompanhar as noticias mundiais, ver e-mails e blablabla, leio o jornal pra ver o que acontece na capital manauara e procuro algo novo na internet, em relação a musica - cds, videos ou partituras.
O programa da Ana Maria Braga já esta incluso em meu cotidiano, e hoje (quinta, 18) uma reportagem sobre como os nossos pés refletem nossa vida me chamou a atenção.
Não sei ainda se acredito, mas o doutor conseguia ser um "Sherlock Holmes dos Pés" - Ele deduzia de forma bem plausível a vida da pessoa... tudo científicamente provado. É, to sabendo...pq duvido? Nao sei...são aquelas dúvidas de gente ignorante, que SABE que é possivel e que acontece, mas prefere nao acreditar.


Aham, estudei a Ciencia da Dedução com os livros do Conan Doyle, e ai? Sei que é possível, mas se me permitem: Deduçao Podóloga pela manhã logo depois de acordar é forçar um pouco.
Interessante que 3 atores globais, inclusive a Ana Maria, participaram do "Quiz".
Mais interessante ainda quando uma das atrizes, que nao lembro o nome, mencionou que havia perdido o patrocínio de sua peça.

WHAT THE .. ?! O que acontece com essas pessoas? Vocês têm ideia de como ta difícil um artista conseguir patrocínio, inclusive munido da Rouanet, neste país??
Faz pouco tempo, o diretor e iluminador Caetano Vilela, o vira-lata aí dos meus blogs favoritos, estava atrás de apoio para seu espetáculo "Travesties".
Imaginava o quanto estava sendo difícil, mas desde que me uni ao maestro Sandino Hohagen para fundar a Sinfonieta de Manaus, vivi em carne a dificuldade que é "Dar os Pés à Arte".
Seguir nesta profissão é difícil crianças. Não tentem em casa.

Agora sem pessimismo, "dar pés para a Arte" é um trabalhão sempre compensado por lindos espetáculos, quando estes ocorrem. Isto pode acabar com os SEUS pés, mas a dor agente sempre esquece quando vêm os aplausos...ou as vaias. (Esquecemos mais se vierem estas segundas)
Dores no corpo também têm sido rotina - alguns dias atrás conversava com minha amiga Bárbara sobre como o status de adulto tem nos afetado - os montes de afazeres, as dores, as preocupações com contas têm sido bastante frequentes.
Hoje tive um choque - vesti um jeans dos early-times e fui pra faculdade, quando pelo meio do caminho, dirigindo, minha barriga se incomoda com aquele tecido grosso apertado e grita: "Ei, voce esta gordinho!! Compre outra calça!". Mais uma vez repito: WHAT THE...?!
Não dá - hoje em dia, passados 6 ou 7 anos de farra notívaga, mal me aguento em uma balada até as 3 da manhã!
Vou tentar moderar as coisas agora. Terminei de ler O Concorrente esta semana e ainda extasiado com uma obra tão bela tento me condicionar a tomar uma vida um pouco mais saudável. Obvio que nao vou conseguir, mas vou tentar - Quero pés bonitos.

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(re)Trilhando caminhos nem tão novos.

Posted by Atila Pf on 19:46 in ,
A altura deste post, acredito que todos que se deram ao capricho de digitar em seu navegar um endereço tão incômodo quanto "birutairline" já devam saber que posto no PratoFeito mais oficialmente que neste novo endereço; os que o acessaram via link no facebook ou pelo próprio Prato ao menos estão cientes também.

Não tenho resposta por que ter criado outro blog - minha necessidade de criação é um ponto questionável - não importa se lixo ou utilitário, eu tenho que CRIAR!!!
Tendo isso na mente posso esperar algo mais íntimo neste espaço cujo visual selecionei com bastante carinho e que exprime o que no geral falarei por aqui: viagens, fotos, tecnologia, carros, coisas estranhas e cotidiano... anh, esta é a key word para o Biruta Air Lines.

O nome "Biruta de Aeroporto" é confuso e questionável, de fato...
Meu querido amigo Marcelo uma vez disse que eu era como uma Biruta de Aeroporto - pra quem nao sabe e também não Googla, se trata daquele instrumento que acompanha a direção do vento... pra onde o vento vai, a (no caso "o") biruta vai atrás.
Ta, e o que tem haver comigo? Pode crer que sou assim, colega: mudo rapidamente de foco e sem ter destino aparente vou passando os dias. Olha aí, acho que encontrei o fator que me fez criar este blog... Oh my God, não...não vou esquecer o Prato GIAMMAI!! Este é secundário, os posts aqui vêm quando der.

Estes últimos tempos foquei em uma visão artistica um pouco mais apurada em vários sentidos, e o nascimento d´O Prato foi uma forma de expressão divertida e demasiado didática. Só que por motivos lógicos - me sobrecarreguei de notas - mudei o foco e desde então tenho me frustrado ao tentar encontrar nas prateleiras das benditas livrarias manauaras um título bom e atraente.
Não lia um bom livro fazia tempos... foi como deixar um colega de infancia meio de lado. Erro fatal, eu sei, mas ja procurei corrigir.
Olhando para minha própria pequena e íntima biblioteca (que é na verdade uma estante com uns 30 ou 40 títulos) notei uns 3 ou 4 que não terminei de ler ou nem comecei - provavelmente o vento na época mudou de direção.
Aí que me deparo com o inusitado O Concorrente, do mestre Stephen King, escrevendo (em sua juventude) como Richard Bachman.(1982)

Este livro é intrigante, assustador e chocante - tem críticas tão severas a uma sociedade de 2025 que (mais forte até que James Cameron) o mestre do terror consegue nos deixar com NOJO de ser quem somos.
No geral e apesar de ter uma energia negativa, o livro é espetacular e uma vez aberto até o capítulo 10 (ou 90, ja que a contagem acontece de trás pra frente...) forças estranhas não te permitem mais parar de ler.
A história acontece num futuro não muito distante e gira em torno de Ben Richards, um homem alto e magro que decide entrar num perigoso jogo televisivo para conseguir dinheiro para comprar remédios para sua filha moribunda, pasme, que sofre de influenza.

No estúdio, Richards conhece Killian, o chefão por trás de tudo, e é lá mesmo que são apresentadas as regras do jogo a Ben, entre elas: ele deve gravar um vídeo dele mesmo duas vezes ao dia e colocá-lo no correio, para mostrar que está sobrevivendo (e assim arriscando sua localização); ele também pode ir a qualquer lugar que quiser, mas para ganhar o prêmio máximo de 1 bilhão, ele deve permanecer vivo por 1 mês inteiro, enquanto é caçado por agentes do programa de tv, e transformado em inimigo do estado.
Não necessário dizer que Killian e os produtores não deixarão que Richards consiga sobreviver o mês inteiro, e farão absolutamente de tudo para eliminá-lo (sim, matá-lo!ao vivo em rede nacional!). Mas o que eles não contavam é que Richards fosse um homem sagaz, e o resultado final deste jogo mortal será imprevisível.

Imprevisível mesmo, porque ainda não terminei de ler... aliás, imprevisível como o rumo que o vento vai tomar para o Biruta.

Tenho um MONTE de coisas que quero comentar, mas redigir um texto gigantesco e sem uma linha no minimo descente não é de meu agrado, e acredito que nem o de vocês. Fico por aqui com a promessa de umas coisas bacanas . ou não.

Aos interessados em adquirir o livro, se joga AQUI, pelo definitivamente menor preço da internet.

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